As influências

Atualizado: Fev 8

Bom dia a todos!

Este post é em retorno ao feedback de um dos meus alunos do curso gratuito.

Trata-se da questão de boas e más companhias e suas influências.

Existe um ditado que diz: “somos a média das cinco pessoas com quem mais convivemos”.

Ainda que não se possa atribuir números a uma pessoa e calcular uma média numérica para nos atribuirmos, a expressão é verdadeira quando entendemos o seguinte: “cada pessoa com quem convivemos, ela leva um pouco de nós e nós levamos um pouco dela”. Se andamos muitas vezes com determinada pessoa, tudo indica que ela leva um tanto de nós e nós, um tanto dela.

Claro que todos nós temos nossa personalidade, porém a influência do meio é significativa. Principalmente a influência daquelas pessoas com quem mais andamos, pois elas nos inspiram positiva ou negativamente. Facilmente herdamos expressões, gírias, comportamentos, posturas, ideias daqueles que estão mais próximos de nós.

Assim sendo, você, que é uma pessoa que deseja entender melhor a educação financeira e usá-la para melhorar a sua vida deve tomar muito cuidado com quem você anda frequentemente. Se você anda seguido com pessoas que acreditam que deve-se trabalhar muito e ganhar pouco e dedicar-se a reclamar da vida e que o único investimento seguro é a poupança, essas pessoas vão acabar te desencorajando a seguir seus caminhos.

Há correntes espirituais que dizem que atraímos as companhias que temos conforme a nossa vibração. Talvez sim, talvez não. Não é meu departamento analisar isso, mas há um ensinamento válido aí.

Precisamos ter disciplina para edificar nossos pensamentos, ações e sistemas de crenças. Pois assim, acabaremos perdendo identidade com pessoas fracas e limitadas e nos seduziremos mais por pessoas evoluídas com as quais podemos ter uma relação de troca e continuar o nosso crescimento.

Lembram do post “Os três demônios”? Pois é. Os demônios são justamente aquelas pessoas que tentam nos puxar para trás, que ainda estão amarradas a crenças limitantes. Aprenda a distingui-las e a restringir seu contato com elas.

Se você, por qualquer motivo, não quer descartá-las de suas vidas, então pelo menos ande pouco com elas: o suficiente para que elas não contribuam para a sua média.

Eu tenho poucos amigos e honestamente me sinto abençoado por isso. Pois posso afirmar que meus amigos são pessoas iluminadas que dão um sentido especial a palavra RICO. A vantagem é que não sou neurotípico, em outras palavras, pertenço ao Espectro Autista. Desse modo consigo facilmente driblar as relações sociais danosas e fúteis sem sentir tanta falta. E isso é algo (entre outras coisas) que vocês neurotípicos precisam aprender a fazer.

Somos treinados a ter o maior número possível de amizades (as redes sociais marcam estatísticas numéricas de quantos nos seguem e quantos seguimos), porém é ilusório isso.

O segredo não está na quantidade de amizades, senão na QUALIDADE das amizades.

A própria bíblia cristã ensina a separar o trigo do joio. Faça isso!

Abraço.

Prof. Rivero.

p.s: eu já fui considerado “joio” por muita gente. A eles agradeço: o pato considera o cisne um “patinho feio” e muitos que me descartaram no passado me serviram de incentivo para eu crescer e me tornar alguém melhor. Talvez essas pessoas não me descartariam hoje, mas seu descarte me impulsionou a crescer.

#amizades #educaçãofinanceira #influência #meio

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