O rico além da carteira

Atualizado: Fev 8

Boa noite a todos.

No que diz respeito a muitos assuntos, eu observo bastante os comportamentos da pessoa. Talvez seja por causa da minha formação em PNL, talvez seja porque eu seja uma pessoa analítica julgador filho da puta, ou talvez porque sou cientista há anos.

Mas no que diz respeito à Educação Financeira, penso que o lado científico é o mais forte. E, sim, eu tenho observado os comportamentos que eu considero COMPORTAMENTO DE POBRE.

Um detalhe, antes de prosseguir. Se a pessoa tem poucas entradas, naturalmente os comportamentos que descreverei chegam a ser compreensíveis. Mas eu me refiro a pessoas que teoricamente tem recursos e continuam agindo como pobres.

Para não parecer o julgador, eu prefiro falar sobre mim mesmo. E daí você compreenderá a minha crítica.

No meu aniversário de 39 anos, em maio de 2019, eu, como de costume, reúno os amigos aqui na minha casa. Não falta comida. Nem bebida. Como sou autista, eu não posso lidar com barulhos e muita gente ao mesmo tempo. Minha casa tem um pátio agradável, mas não é grande. Portanto, eu seleciono quem vem e quantos. Geralmente, dez pessoas. E, sim, também seleciono, pois sou cauteloso com quem deixo entrar na minha casa. Há amizades que, sim, digo, é pra se encontrar na rua apenas.

Bom, como eu gosto muito de jogar tabuleiro e tenho um grupo de amigos-jogadores, eu às vezes faço o que chamo de “festa-joga”. Daí, o critério é outro: chamo os jogadores. Revezamos entre jogos e comida. Eu já fiz festa mista também. Tabuleiro de dia e reunião geral à noite. Públicos não necessariamente semelhantes.

Em todo caso, sempre ofereci comida e bebida às minhas custas. Há anos que nenhum convidado meu desembolsa um real sequer nas minhas festas. Exceto, claro, sua condução até minha casa.

Antes que você me chame de “cheio da grana”, quero falar sobre um amigo meu que, apesar de fazer tempo que não o vejo, posso descrever um comportamento que ele tem com as pessoas que recebe na sua casa. Ele se esmera num belo almoço, janta, café quando recebe suas visitas.

Estou falando de um guerreiro que está terminando a universidade (mas fala três línguas fluentemente), tem esposa e três filhos pequenos. Não é rico. Tem um salário dentro da média que lhe permite uma vida confortável sem grandes luxos. Muita coisa de Educação Financeira até aprendi observando ele.

Eu diria que esse meu amigo tem, embora ele talvez não concorde, um comportamento de pessoa rica. Rica, não, melhor dizer: abundante.

Pessoas abundantes são capazes de doar. Pessoas de mente pobre não conseguem se desprender nem por um segundo do dinheiro que tem. E isso não tem a ver com o imposto de renda.

Eu ia falar de doações, mas ao escrever, sinceramente, me pareceu petulante. Então, decidi me limitar ao exemplo do jantar.

Não sou a favor que todos façam tudo de graça. Só penso que quem tem mente rica, procura doar um pouco do que tem de vez em quando. Quem não consegue doar “esse pouco” é apegado e não tem a mente rica, mesmo tendo dinheiro sobrando.

A riqueza se mede por aquilo que se é capaz de doar. Não por aquilo que se tem.

Abraço do Prof. Rivero.

#doações #escola #riqueza #amizades #corridadosratos #educaçãofinanceira

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