Por que escolhi ser trader?

Bom dia!


Para quem teve preguiça, digo, não olhou ainda meu site completo. :), preciso contar rapidamente minha trajetória profissional para que você entenda como cheguei aqui. Se você já leu, pode focar nos negritos dos primeiros parágrafos e depois ler completo. Ou ressuscite o prazer de ler minha aventura profissional (risos).


Tirando os bicos que fiz quando adolescente consertando computadores, meu primeiro emprego foi concursado do judiciário em um cargo operacional. Em 2000, eu tinha 19 anos de idade e ganhava R$ 700,00 (na época) por mês trabalhando 40h por semana e estudando em paralelo. Em 2003, eu fiz o vestibular na UFRGS para Licenciatura em Matemática e aprovei. Comecei a faculdade em 2004. Eu odiava o meu trabalho e pedi exoneração em 2006 (ganhando R$ 1.500,00 - mas só com aumentos padrão, nunca tive acesso a promoções - meu cargo não era de carreira não importava minha competência). Foi aí o primeiro ponto que me incomodou no serviço público: a impossibilidade de crescer mesmo tendo mérito!


Segui com a faculdade e me formei em 2008. Logo em seguida comecei a trabalhar como professor. Acabei voltando a ser funcionário público, mas em nível federal, em um cargo estatutário com plano de carreira definido. Porém, eu observei o mesmo problema da desconsideração do mérito e, pior, o segundo problema: o ambiente cercado de politicagem (ainda mais da esquerda). Testemunhei, muito antes da disputa Haddad x Bolsonaro (2018), o ódio entre esquerda x direita, docentes x administrativos e briga entre docentes. Quem chora mais, ganha o direito de não trabalhar sexta e/ou segunda. Quem se importa mais, ganha o direito de se fuder, digo, de abraçar a vagabundagem alheia. Na época eu era da equipe de gestão e desenvolvi uma rotina programada em Excel, com base nos méritos de cada profissional, quem teria o direito de escolher o horário primeiro. E adotar um rodízio e restrições nas segundas e sextas. Um sistema automatizado que considerava o mérito. Não foi adiante. Por quê? A gestão não queria brigar com a ralé intelectual dos funcionários públicos chorões. Terceira angústia de minha parte: as coisas estão erradas e devem permanecer assim.


Quando Deus olhou pra mim e me conduziu ao Colégio Militar de Porto Alegre, eu dei graças e mais graças. Encerrei minha carreira no magistério no melhor lugar que eu poderia. Lecionei quatro bons anos onde eu fui respeitado como profissional, como pessoa e como líder. Quando eu pedi meu afastamento, não foi por frustração, mas foi para realizar meu sonho. Qual sonho? Veja: eu tinha que levantar as 6:00 todos os dias e dar aula, com vontade ou não. Era era minha única angústia: trabalhar no horário que meus superiores queriam.


Porém, deixo claro que nunca, mas nunca, me senti injustiçado (ao contrário do meu emprego anterior) na questão de horário. Insisto que do CMPA eu só guardo ótimas lembranças: dos colegas, dos alunos, das amizades. Eu me declaro totalmente sangue verde oliva, mesmo tendo sido civil. Os militares me diziam: "esse é dos nossos". :). Verdade seja dita: nunca trabalhei em um lugar tão maravilhoso quanto o nosso amado Exército Brasileiro. Lá, pelo menos, se tu trabalha bem, tu é bem tratado.


Só uma vez que eu tive uma oportunidade mais gloriosa do que pertencer ao seio militar. Foi quando eu trabalhei em um projeto como tutor online para uma empresa incubada da UNICAMP. Tirando o fato de voar bate-ponto à Campinas uma vez por bimestre, eu trabalhava só em casa e no tempo que eu queria (a única regra era trabalhar de domingo a domingo, mas tinha dias que eu só tinha 10 minutos de trabalho). Foi aí que eu descobri que eu tenho uma angústia: me deslocar todos os dias para trabalhar ao invés de trabalhar em casa.


Muito bem, a partir daqui começa as novidades, mesmo para meus leitores mais dedicados.


Vejam o que eu queria de um emprego ideal, em resumo: meritocracia, longe da politicagem, escolher meu horário e me deslocar o menos possível.


A solução seria apenas uma, teoricamente: abrir uma empresa. Mas, abrir uma empresa tem um problema: o faturamento depende da adesão dos clientes. Ou seja, eu colocaria o futuro pessoal e da minha família nas mãos de terceiros. Claro que eu confio nos meus produtos, mas eu não posso determinar que uma pessoa os compre se ela quiser comprar algo inferior produzido por um concorrente (ou até mesmo algo superior). Aí, eu teria o quinto embate: depender dos outros para ter sucesso.


Ahá! Como eu matei a charada???? Simples!!! Sendo trader!!!


Vejam, eu achei a profissão que contempla as cinco coisas que considero ideais:


- meritocracia: se eu operar bem, faço lucro e, deduzidos os custos, ele é todo meu. Se eu opero mal, tenho prejuízo e é do meu bolso que ele sai.


- longe da politicagem: a Bolsa não se importa com meus pensamentos políticos, convicções espirituais, gênero, sexualidade, nacionalidade, etnia.


- escolher meu horário: a Bolsa fica aberta das 9:00 até 18:00 (para ações, das 10:00 até 17:00). Assim, eu posso escolher meus horários. E se eu quiser trabalhar de manhã ou de noite, basta eu explorar bolsas de outros países. E como sou trader em criptomoedas, eu tenho acesso 24/7 ao mercado.


- deslocar o menos possível: trabalho apenas em casa e nada mais. Se eu estiver viajando, posso levar um notebook, tablet ou ipad e operar enquanto tomo um gostoso café em Barcelona ou um choppe alemão.


- depender dos outros: trader não tem cliente e não precisa de cliente. Hoje eu tenho uma empresa, mas por quê? Por questões de missão. Compartilhar com o mundo o que eu sei. Mas minha sobrevivência não vem da PMF. Ela vem das minhas operações de trader e das rendas fixas que construí.


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Eu te ensino. Basta solicitar um treinamento comigo pelo e-mail professor@mentesfinanceiras.com.br ou (51) 98488-8460.


Mas uma coisa importante! Você tem que se dedicar!! Não é de um dia para o outro.


E um detalhe: você vai operar o SEU dinheiro. Não é golpezinho e esqueminha de piramideiros salafrários que vão "operar seu dinheiro".


Abraço do Prof. Rivero!


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