Prof. Rivero e a desformação

Bom dia!

Com exceção da divulgação do currículo no site, o que é necessário para tranquilizar algumas pessoas, eu raramente me preocupo com minha formação acadêmica. O meu grito de liberdade foi quando eu deletei meu "curriculum lattes" do CNPQ. Que coisa boa!


Apesar de eu ter subido alguns degraus na escala da formação tradicional (não cheguei ao doutorado, prefiri ser um Mestre Yoda a um Dr. Dolittle, mas, véi, na boa, poucos subiram meus degraus), eu rompi com a estrutura da formação acadêmica quando vi que não era para mim.


E comecei a pensar na palavra "formação" e com ela, "formatura". Ah, sim. Todos conhecem a cerimônia de formatura, ou, "colação de grau". Mas vamos nos deter no popular "formatura". Posso ouvir o avô de um jovem de 20 anos: "- e aí, netinho, quando é que vai se 'formar' ? "). E esse tal jovem deve ouvir zilhões de vezes por ano de outros trocentos milhões de pessoas a mesma pergunta.


Vamos à palavra: formação tem a ideia de formato, de fôrma (ignoro se não caiu o acento diferencial). Então, concluir um curso significa: "colocar a pessoa na fôrma". Naquela fôrma de pessoas que concluíram a graduação X na instituição Y. E percebemos toda a mesma ritualística: discursos, agradecimentos, abraços, músicas, fotos e a frase típica: "isso não é o fim, apenas um novo começo".


Se fosse só até aí estava excelente. Assistir às cerimônias de colação de grau é uma maneira, vejo eu, de visualizar seus próprios sonhos e metas e a se encorajar a chegar lá. Não é fácil, pra grande maioria, concluir um curso superior. Ou mesmo um técnico. Eu que já vi isso como aluno, mas também como professor, homenageado, coordenador de curso e paraninfo, em várias ocasiões, percebo o que representa para cada um estar ali. Principalmente o ex coordenador de um programa de educação de jovens e adultos. E o paraninfo de um curso técnico em uma área que não entendo bulhufas cujos alunos eram em torno de dez homens de origem humilde. Em suma, eu reconheço a alegria da conquista do término do curso superior/técnico no ritual chamado de "formatura".


O problema é que o conceito de "fôrma" vai além: mercado de trabalho. Somos treinados a trabalhar muito para ganhar o que tiver que ganhar. Emprego não tá fácil (e não tá mesmo). Ser autônomo não é garantia (de fato, não é). Concurso público é a esperança (só não sei de quê). Enfim, toda a expectativa é em torno da fôrma: trabalhar muito para ganhar para consumir para faltar dinheiro para trabalhar mais para ganhar mais ... Eu acho que já falei sobre isso em outros posts. Kyosaki (Robert) chamaria de "A corrida dos Ratos".


Bem, mas essa é a fôrma.


Então, o que eu tenho com isso? Graças a Deus, hoje, nada.


Exceto o desejo de tirar as pessoas da fôrma através do meu material (me refiro aos cursos, treinamentos, posts - enfim, ao que está aqui no site). Eu sou um desformador.


Mas qual a proposta que eu tenho para o meu público? Apenas uma: seja você mesm@.


Eu não vou dizer como você deve viver. E nem você deve me modelar. Você deve descobrir dentro de você como você é. E, para isso, nada melhor do que Educação Financeira. Pois ela abre espaço para você fugir da fôrma da corrida dos ratos. Terapia é importante? Não sei: você que sabe!!! Religião ajuda??? Sei lá: eu te devolvo a pergunta!


O lance é: viva a sua vida!! Não viva na fôrma! Desforme-se!


Então, eu convido você a se desformar junto comigo! Uma sugestão inicial é o curso de degustação gratuito. Se você gostar, pode explorar tudo que achar necessário deste site, que atende a todos os gostos e bolsos.


Boa desformação.


Prof. Rivero!

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